domingo, 16 de dezembro de 2012

Caixinha de Natal: pagar ou não pagar?

Particularmente, não sou muito a favor de caixinha de Natal. Vou explicar o motivo: como trabalhadora, contratada pelo regime CLT, ou seja, "de carteira assinada", tenho direito a um bônus extra: o tão esperado 13° salário.

Se quem pede caixinha tem a carteira assinada, logo, também recebe o 13° salário, como eu. Então, não faz sentido pedir caixinha de Natal, certo? A não ser que queiram um 14° salário!

Mas, porém, contudo, todavia, não vejo problema em dar um agrado se a pessoa fizer algo "além", se oferecer um atendimento caprichado, por exemplo.

Acho que a questão é: não há problema em colaborar com a caixinha de Natal, se você pode, se ficou satisfeito com o atendimento, etc e tal. O ruim é a sensação de "obrigação" que acontece em alguns casos.

(O tal Livro de Ouro é um exemplo disso.)


Charge do site Humortadela

Já para quem é autônomo, a caixinha, ao meu ver, faz sentido. Vou até um pouco além: seria deselegante não colaborar nem que fosse com algumas moedas. Isso, claro, se a pessoa realmente realiza um bom trabalho. Afinal de contas, os profissionais liberais, empreendedores individuais - ou seja lá que nome for - não recebem o 13° salário.

E você, costuma colaborar com a famosa caixinha de Natal?
Será que sou "radical" nesse modo de pensar?
Ou alguém concorda comigo?

sábado, 24 de novembro de 2012

Blogagem de Esmaltes - Esmalte Coral

Faz tempo que não pinto as unhas com frequência e depois de ver alguns post da minha amiga Rogéria, do blog Um espaço para chamar de meu, falando sobre esmaltes, pensei que pudesse ser uma ótima oportunidade de voltar a deixar as unhas em dia (e garantir pelo menos um post por semana). :p

E cá estou, participando pela primeira vez da blogagem coletiva de esmaltes, criada pela Fernanda Reali. Cada semana, um novo tema; sempre relacionando com os esmaltes. (Se quiser saber mais, acompanhe o blog da Fernanda - linkado acima - e siga as instruções contidas nos posts do final da semana.)

Não sei se dei sorte ou azar, mas, essa semana, a blogagem de esmaltes não teve um tema específico. A cor escolhida foi CORAL. Sendo assim, segue minha foto.

Passei apenas uma demão e retoquei com Extra Brilho

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Refletindo sobre o trabalho infantil

O trabalho infantil é um problema real e presente, isso não se nega. Mas... o que é trabalho infantil? Qual o limite entre ajuda e trabalho ou entre diversão e trabalho?

Vejo essa blogagem coletiva como uma oportunidade que, para mim, vai além de combater o trabalho infantil porque, afinal de contas, só podemos lutar contra aquilo que se conhece.

Quando recebi o convite da Samantha Shiraishi e da Tatiana Passagem para participar dessa blogagem coletiva sobre trabalho infantil confesso que demorei a aceitar escrever um post sobre o assunto. Pensei comigo: "o que vou dizer sobre as crianças que trabalham nas ruas e nas lavouras?".

Foi quando lia os posts do projeto Promenino - organização proponente desta blogagem coletiva - que percebi meu engano. Somos culturalmente levados a pensar que trabalho infantil se refere somente aos casos citados por mim logo acima. Só que o buraco é mais embaixo... Quer ver?

* * *
Atores mirins estão trabalhando
ou apenas se divertindo fazendo algo que gostam?
* * *
Ajudar no negócio da família - seja uma barraquinha, uma loja, etc - ou ajudar em casa, fazendo vários (ou todos) serviços domésticos após chegar da escola, enquanto os pais trabalham fora, é realmente uma "ajuda" ou uma obrigação, um trabalho?
* * *

Ao meu ver, o trabalho infantil não é um problema apenas de legislação, mas CULTURAL, principalmente no caso dos serviços domésticos. Fazer a criança participar das tarefas diárias é bom e importante, mas se se transforma em obrigação e faz com que a criança perca seus momentos de diversão e de estudo, aí já podemos, sim, considerar como trabalho infantil.

No caso de artistas mirins, a problemática é encontrar o limite. Descobrir até que ponto esse trabalho é divertido para as crianças e não a impede de realizar todas as atividades próprias da idade. Principalmente hoje, numa sociedade que reforça a valorização do status e da fama, esse é um tipo de trabalho infantil que acaba passando despercebido.

Claro que somente esses questionamentos não vão resolver o problema, mas a partir do entendimento e da reflexão, o próximo passo é a ação, ou seja, a prevenção, a mudança de comportamento e a denúncia.

Que tal dar o primeiro passo?


Participe você também do bate-papo que acontece todas as terças e quintas, das 15h às 16h, na fanpage do projeto Promenino (da Fundação Telefônica) ou acompanhe e participe no Twitter usando a hashtag #semtrabalhoinfantil.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Antes deste havia outro...


É verdade. Este não é meu primeiro blog.

Logo que engravidei, tive vontade de fazer alguns registros durante minha gravidez. Era mais para mostrar a um ou outro parente distante. Minha ideia nunca foi prolongar a vida do blog, quer dizer, não pretendia escrever sobre meu bebê após seu nascimento.

Assim nasceu o Esperando meu Bebê. Que, a título de curiosidade, acabou antes do fim (rs); isso porque prometi voltar e não voltei. Nunca mais. Não tive vontade. Faltou-me tempo. Afinal de contas, havia um lindo bebezinho que solicitava minha atenção a todo momento. Enfim...

Voltei aqui porque senti muita saudade de escrever (desculpe as teias de aranha... já já dou um jeito na casa!). E depois de mais um longo período sem postar, marco meu retorno com um post, digamos, nostálgico.

Passe lá e volte aqui para me contar o que achou do meu primeiro bloguinho... Vou ficar esperando, hein!!!


quarta-feira, 23 de maio de 2012

As facetas do desapego

Muitas ideias de post vêm de comentários que escrevo em outros blogs...

Há tempos visitei o blog Vida Organizada e encontrei um post que falava sobre como achamos difícil começar a nos organizar, e que pequenas atitudes podem fazer diferença como se desapegar, "jogar fora".

Durante anos herdei uma mania do meu pai e da minha avó de guardar coisas "importantes" e que podem ser "úteis". Com isso, acumulei foi coisa, mas papéis sempre foram maioria: cartolina, papel cartão, papel de presente, recortes de revista e jornal, as próprias revistas que assinava, sem contar os livros. Até retalhos de papel eu guardava pensando "posso usar este pedacinho nas minhas artes".

Sim, eu fazia muitas artes em papel. Adorava fazer meus próprios cartões, inventava marcadores de página, decorava capas de caderno... E como isso tudo me fazia bem!

O problema é que com o passar do tempo, já não conseguia me dedicar aos papéis como gostaria. Contudo, continuava acumulando, afinal "um dia poderia precisar".

Enfim, depois que me casei, comecei a me desapegar de muitos itens que guardava. Fui obrigada: não tinha espaço suficiente para armazenar todas as minhas coisas realmente úteis e mais essas que, embora considerasse importante, pensando bem, não eram tão essenciais assim...

Para facilitar o processo, antes de descartar, tomo como primícia: será útil para quê? quando poderei usar? Se não conseguir responder claramente: descarto. E tem dado certo. (OBS.: descartar nem sempre é jogar no lixo, ok?)

Imagem do site sxc.hu
Mas sabe o que é mais legal? Esse exercício de desapego causa um efeito psicológico também. Funciona como uma faxina interna, uma faxina mental e até emocional, às vezes. É um momento em que paramos e refletimos o quanto aquele objeto é realmente necessário, e muitas vezes acabamos pensando na nossa vida...

O quanto aquele rancor guardado pode ser útil para você? Não seria a hora de desapegar e jogá-lo fora?
Quantos outros sentimentos ou situações não poderíamos dispensar?

Quando é o momento de uma mãe se desapegar dos filhos? Nesse caso, desapegar não é sinônimo de jogar fora, mas de deixar ir; enxergar que não são mais dependentes e que querem espaço, querem crescer. Isso é algo que penso desde agora.

Hoje, como mãe, entendo como é difícil para os pais e mães verem os filhos crescerem, amadurecerem e saírem em busca de sua própria história. Entendo porque é complicado e, ao mesmo tempo, importante esta questão do desapego.

Até agora vejo o desapego, de objetos a pessoas, como um exercício e tanto!

E você, acumula muitas coisas? Tem apego exagerado por alguém? Acha que isso pode ser prejudicial? Ou pensa que não tem nada a ver? Vamos conversar! Deixe sua opinião aqui.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Mania 3D

A chegada dos filmes com visualização de imagens em três dimensões causou sensação. E agora, para fazer sucesso e ser relevante, muitos outros produtos se autodenominam 3D. Coisas de marketing...

A princípio, não há problemas em usarem o termo 3D. O problema é que nem sempre explicam exatamente o que ele significa naquele produto. Sim, porque nem sempre o nome condiz com o resultado ou o efeito; ou até mesmo não deixam claro que só funciona "assim" se fizer "isto".

Dessa forma, a maioria dos produtos que carregam "3D" no nome, não são exibem exatamente imagens tridimensionais. Como assim? Vou explicar alguns desses produtos e equipamentos.


Home Theater 3D


Home Theater com som 3D
Geralmente, isso significa que o home theater 3D possui um aparelho blu-ray capaz de reproduzir mídia BD (blu-ray disc) gravada em 3D. E este "som 3D" pode ser tranquilamente comparado ao sistema de som com 7.1 canais.

Vi recentemente um home theater chamado de 3D Sound, que segundo a LG, reproduz sons "mais envolventes e detalhados, cobrindo o espectador por todos os lados e ângulos possíveis". Ou seja, o "3D Sound" é considerado mais que um "som 3D"... Pelo menos neste caso, podemos considerar que será um áudio extremamente mais detalhado e melhor dividido para transmitir a sensação de "imersão".


Blu-ray player 3D


Blu-Ray 3D
É o mesmo caso do home theater 3D. O blu-ray player 3D é um aparelho capaz de reproduzir um disco de blu-ray com um filme em 3D. Ou seja, ele por si só não reproduz imagens em três dimensões a partir de qualquer mídia; um DVD comum inserido em um blu-ray player 3D não exibirá imagens em três dimensões.


Esmalte 3D


Esmalte 3D com efeito holográfico


Esse nem preciso falar muito, né? Os esmaltes 3D são, na verdade, esmaltes com "efeito holográfico". Parecem esmalte com glitter, mas mais cremoso e lisinho, sem aquela textura aparente. São as micropartículas refletoras que dão um efeito diferente conforme a incidência da luz, porém, nada de unhas em três dimensões, ok?




Você disso? Já viu ou usou algum outro "produto 3D"?

terça-feira, 17 de abril de 2012

Dia das Mães, dos Pais ou da Família?


Estava "matutando" por aqui...

Soube que alguns colégios aboliram o dia das mães e o dia dos pais, substituindo essas comemorações pelo Dia da Família.

Pensando nas crianças que não têm mais mães ou pais vivos, assim como nos filhos dos casais homoafetivos (que contam com dois pais ou duas mães), essa troca faz bastante sentido, ao menos para mim, e à primeira vista.


Então, queria saber de VOCÊ, leitor deste blog:

1. A escola do seu filho comemora(va) o dia das mães e o dia dos pais?

2. O que você pensa a respeito dessa substituição por uma única comemoração, focando a FAMÍLIA?



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Leitores e leituras no Século XXI


Vai começar a 2ª edição do CONVERSAS AO PÉ DA PÁGINA!

O Conversas ao Pé da Página é um seminário com encontros e debates sobre literatura, formação de leitores e também sobre livros para crianças e jovens.

Os dois primeiros encontros acontecerão nos dias 2 e 3 de maio de 2012 em São Paulo, tendo como objetivo principal o intercâmbio de experiências e conhecimentos, a fim de contribuir para a formação e capacitação de mediadores da leitura, contando com a participação de especialistas de destaque nacional e internacional.

Conversas ao Pé da Página contará com três blocos de dois dias, em maio, junho e agosto, os encontros contarão com a participação de 23 convidados nacionais e internacionais, além da apresentação de experiências (relatos e vídeos) e oficinas com especialistas.

Para participar, basta se cadastrar, acessando a página do Conversas ao Pé da Página.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Linha do Tempo do Facebook | Você gostou? As empresas, sim!


Desde que foi implementada, a odiada linha do tempo do facebook tem feito sucesso com empresas e marcas, segundo estudo feito pela Simply Measured, lá fora.

Parece que, para marcas em geral, a nova Timeline do Facebook trouxe mais engajamento, principalmente com uso de vídeos e imagens (fotos), enquanto a atualização de status vem sendo "ignorada" pelos usuários.

É fácil perceber que o Facebook está se tornando cada vez mais uma rede social audiovisual.

Pausa para um pensamento:
Será que essa Linha do Tempo não foi pensada exatamente para o foco comercial, já que tantos usuários reclamam da tal?

Continuando...

Seguindo este foco, a página do Facebook para empresas se aproxima do conceito do Pinterest... Seria este um possível novo concorrente para o Facebook?



Fonte: Brafton.com

quinta-feira, 8 de março de 2012

Fragmentos sobre o Dia da Mulher #blogagemcoletiva


Como disse em meu post anterior (quando fiz o convite para a blogagem coletiva), acho que o Dia Internacional da Mulher é mais um dia para reflexão que para comemoração.

Sinceramente, por um lado preferiria que essa data não existisse. Sim, porque significaria que a igualdade de direitos como um todo seria finalmente uma realidade.

* * *

Hoje ganhei uma rosa da empresa com um recadinho carinhoso, explicando que era um gesto "em respeito e admiração a essas mulheres que, com garra e muita determinação, galgam seu merecido espaço no mundo, um dia de cada vez".

Então... presentes, lembranças são válidas sim, mas desde que SINCERAS.

Por exemplo, meu marido hoje me presenteou com um torpedo que dizia assim:

"Parabéns pelo seu dia! Apesar dos problemas do dia a dia, você consegue se superar. Vocês merecem esse dia, pois só vocês sabem como suportar homens como nós. Obrigado."

Quer mais sinceridade que esta???

* * *

O ponto é: o Dia Internacional da Mulher não é um dia "comercial". Pelo menos, não deveria ser.

Para mim - e tenho certeza, para muitas outras mulheres - este dia serve para nos lembrar que ainda há muito o que ser conquistado se quisermos ter, não só mais direitos garantidos, mas mais QUALIDADE DE VIDA. (se você é mãe e profissional, sabe bem do que estou falando...)

É isso!



Agradeço imensamente quem participou da blogagem e peço desculpas pelo atraso do meu post.

Abaixo, segue a lista dos blogs participantes:

http://maebivolt.blogspot.com/2012/03/respeito-entre-nos.html

http://crisgms.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-mulher-bc.html

http://umespaoprachamardemeu.blogspot.com/2012/03/dia-internacional-da-mulher-bccoletiva.html

http://faloutchau.com.br/?p=2000

http://valerianakamura.wordpress.com/2012/03/08/dicas-de-produtividade-para-mulheres/

http://www.desdeabarriga.com/feliz-dia-8-de-marco-feliz-dia-8-de-abril-maio-junho-diadamulher/

http://ktralhas.blogspot.com/2012/03/bc.html

http://www.samshiraishi.com/mulheres-no-seculo-xx/

http://amorfraldasemamadeiras.blogspot.com/2012/03/ser-mulher.html


segunda-feira, 5 de março de 2012

Os 5 posts mais vistos até hoje

Estes são os posts mais vistos desde a criação deste blog em 2009. Se ainda não leu algum deles, clique nos títulos e aproveite para conhece-los!


TOP 5


TOP 4


TOP 3


TOP 2


TOP 1


Percebeu que o povo gosta de festa, né? :p


E você sobre o que gosta de ler?

quinta-feira, 1 de março de 2012

Dia da Mulher vem aí... Vamos blogar? #blogagemcoletiva


Desde a Revolução Industrial, as mulheres se organizam e lutam pelos seus interesses e direitos, mas também pelo bem comum - como o fim do trabalho infantil, no final do século 19.

Vejam que as mulheres brasileiras conquistaram o direito ao voto em 1932 (80 anos atrás) e o primeiro acordo internacional, tratando de princípios de igualdade entre homens e mulheres foi assinado pela ONU há apenas 67 anos! E o Dia Internacional da Mulher (8 de março) só foi reconhecido oficialmente - também pela ONU - em 1977, ou seja, 32 anos depois.

É pouco tempo e ainda há muito o que fazer...

Muitas pessoas comemoram o Dia Internacional da Mulher com flores e bombons, um jantar especial ou um choppinho no fim do dia. Muitas nem comemoram. Outras nem se lembram desse dia.

Na minha opinião deve ser um dia para refletir sobre a história da mulher, os direitos conquistados, e os ainda não alcançados. Por isso, proponho uma BLOGAGEM COLETIVA para o dia 8 de março, Dia internacional da Mulher.


Este é o selo desta blogagem coletiva,
criado pelo meu amigo Marcel Camp



Dentro desse tema, você pode falar sobre o papel da mulher hoje (seja no mercado e trabalho, na economia doméstica, na política, no esporte, etc). Pode refletir também sobre a "mulher moderna" (quem é ela? O que ela faz?).

Estas são algumas sugestões, mas quem decide qual enfoque dará ao seu post é você! Afinal, nós escrevemos melhor quando falamos daquilo que gostamos ou conhecemos, certo?

O importante é a participação!

Então, faça seu post (linkando para este) e publique no dia 8 de março, lembrando de mandar seu link para mim. E no dia da blogagem coletiva, eu vou mostrar a lista de blogs participantes ao final do meu post, além de divulgá-los no Twitter e no Facebook.

E aí, quem topa?

Sou profissional, dona-de-casa, mãe, esposa... mas sempre MULHER.


Para as datas históricas, utilizei este link como fonte: http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/8-marco-dia-internacional-mulher-genero-feminismo-537057.shtml

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Selinho recebido da @tah_davi - Parte 2 de 2

Lembra do outro post sobre os selinhos que recebi da Alessandra Taísa, do blog Aprendendo com Davi? Nãããão? Não tem problema, faz um tempão mesmo... :p

Então, este é o selinho que faltava postar. Demorou mais porque as exigências eram maiores que meu tempo livre... Enfim, aqui está ele:



E a regra é responder algumas questões, citar o blog que te recomendou e indicar 7 blogs:

7 coisas que tenho que fazer:
Retomar estudos de inglês e espanhol
Voltar a visitar blogs amigos
Começar a frequentar a academia
Arrumar mais tempo para mim
Marcar uma viagem com o marido
Terminar de ler os últimos livros que comprei
Fazer novamente aquela delícia de muffin de maçã com canela (humm...!!!)

7 coisas que mais digo:
Aff...
Fala, filha...
Graças a Deus!
Sério?!?
Se precisar é só chamar.
Cadê? (perguntando ao marido onde estão as MINHAS coisas... rs)
Troll! (culpa dos colegas de trabalho)

7 coisas que faço bem:
Escrever
Pesquisar
Controlar as finanças
Planejar festas e comemorações
Contar causos com detalhes
Embrulhar presentes
Macarrão!!!

7 características pessoais:
Curiosa
Exigente
Perfeccionista (confesso que já fui mais... hoje estou mais light)
Amiga
Tagarela
Emotiva (sensível)
Paciente (pitaco do marido... rs)

7 coisas que adoro:
Ler
Assistir a filmes
Conversar com os amigos
Jogar (jogos de tabuleiro, jogos casuais de PC, cartas, dominó, etc)
Ir ao supermercado
Fazer amizades
Fazer artes com papel

7 coisas que não gosto:
Queijo
Lavar louça
Gente que só sabe reclamar e se lamentar
Ir para o trabalho em dias chuvosos
Acordar cedo em dias frios
Spam
"Pré-conceito"

E os 7 blogs indicados são:
http://blogtambemquero.blogspot.com/
http://ivanacoisademae.blogspot.com/
http://nomundosofia.blogspot.com/
http://donamaricotafeliz.blogspot.com/
http://entrefraldaselivros.blogspot.com/
http://umespaoprachamardemeu.blogspot.com/
http://odiariodaprincesinha.blogspot.com/


Até o próximo post!

(vem blogagem coletiva aí, hein...)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Vagas na área de Comunicação e Marketing (divulgadas em fev/2012)


Estou compartilhando alguns links de vagas que recebi por e-mail. Todas para área de comunicação e marketing, exceto a vaga de analista de atendimento, que é para trabalhar Comitê Organizador Rio 2016.

Redator Publicitário (Temporário)
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=514004

Coordenador de Marketing
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=514196

Analista de Atendimento e Fluxo de Produção Júnior
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=512543

Coordenador Web
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=508456

Analista de Marketing Pleno
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=512814

Analista de Comunicação
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=513445

Assistente de Projetos Sociais
http://vagas.com.br/PagVagaDirSS.asp?v=512815

Compartilhe! Tem sempre alguém precisando...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Quanto valem os pequenos detalhes da vida?

Depois de muito tempo sem blogar, resolvi compartilhar um lindo e emocionante texto que li no Facebook. É um pouco extenso mas vale muito a pena.

Fala sobre casamento e como é importante prestar atenção em quem está ao nosso lado, dividindo uma vida...

E como foi dito no dia do meu casamento: quem quer ser feliz no casamento deve pensar mais em FAZER O OUTRO FELIZ que ser feliz. Se os dois pensarem assim... ambos serão felizes!

OBS.: Infelizmente desconheço a autoria do texto a seguir.


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.

Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo.. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse " Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.

A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento..

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

§   §   §
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...